Admitida há 16 anos como colaboradora da higienização, Célia Santos de Souza Silva, não imaginava que, no futuro, a filha Juliana Martines Baive, de 19 anos, fosse se tornar sua "companheira" de trabalho.
“Toda vida eu convivi na Santa Casa, e vendo minha mãe trabalhar aqui surgiu a vontade de trabalhar aqui também, então quando eu fiz 18 anos eu vim atrás de trabalho no hospital”, conta Juliana.
A história de Juliana na Santa Casa começou no Centro de Educação Infantil Maria Aparecida D’Ávila, creche do hospital, lugar o qual começou os estudos com apenas dois anos de idade, se formando no ano de 2001.
“Eu me formei na creche da Santa Casa com seis anos e depois disso, sempre visitava minha mãe no hospital e assim fui alimentando a idéia de um dia trabalhar aqui. Esperei o momento certo e fiz tudo sozinha, não contei com a ajuda da minha mãe para entrar nesse emprego, e ela mesma se surpreendeu com isso”, diz Juliana.
A jovem começou a trabalhar na recepção do Pronto Socorro, lugar onde ficou por 10 meses. Buscando melhorar sempre, Juliana decidiu se inscrever para a ‘prova de seleção interna’, avaliação que para mudança de setor, e agora, trabalha no setor de tesouraria da Santa Casa.
Atualmente, dona Célia, mãe de Juliana, trabalha na portaria da Santa Casa após alguns esforços para mudar de setor. “Aprendi com a minha mãe que a gente sempre tem que tentar e nunca se acomodar. Quando ela começou a trabalhar aqui ela era do setor de limpeza, daí ela quis melhorar a situação e então fez cursos de segurança, e assim foi remanejada para trabalhar na portaria”, explica Juliana.
Estudante de direito, Juliana tem outros planos para o futuro, e a Santa Casa teve influência na hora de decisão. “Decidi que vou mudar para o curso de administração, pois gostei do ambiente administrativo, então vou me direcionar para essa área”, conta Juliana.
A família cresceu. Recentemente dona Célia deu a luz ao menino, e a irmã mais velha, Juliana, já faz planos para o pequeno. “Meu irmãozinho nasceu aqui na Santa Casa e com certeza vai ficar na creche do hospital, assim como eu”, comenta Juliana.
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