PS Pediátrico (SUS)

A Emergência do Hospital Santa Casa de Campo Grande atende urgências e emergências com o objetivo de prestar o primeiro atendimento de acordo com a gravidade inicial do paciente.

A metodologia visa evitar de que pacientes mais graves fiquem aguardando em detrimento de outros menos graves que chegaram primeiro a emergência. Ou seja, abandona-se o critério cadastro por ordem de chegada por acolhimento assistencial por gravidade.

O objetivo do Pronto Socorro desta instituição é atender de forma integral, humanizada, sistematizada pela Classificação de Risco e com alto índice de resolutividade, todos os pacientes portadores de quadros agudos de natureza clínica, traumática, cirúrgica e psiquiátrica.

Funciona como porta aberta no Sistema Estadual de Saúde sendo o acesso da clientela através da procura espontânea de usuários do SUS ou regulados pela Central Estadual de Regulação.

A Santa Casa de Campo Grande como missão oferecer atendimento hospitalar humanizado e de qualidade. No caso do Pronto-socorro infantil (PSI), nossa preocupação é ainda maior: preservamos ao máximo um espaço com elementos lúdicos em sua ambientação, para que a experiência e o contato com um Hospital não sejam traumáticos para as crianças.

A unidade conta com uma equipe qualificada de pediatras, que ficam à disposição para o atendimento de urgências e emergência com crianças de todas as idades. Além do Corpo Clínico de Retaguarda, nas áreas de cardiologia e cirurgia cardíaca infantil, cirurgia geral infantil, neurologia, pneumologia e cirurgia torácica infantil, contamos com uma sala, especialmente preparada para o atendimento de emergência. Esta sala está equipada com oxigenador infantil, oximetria de pulso, monitores de ECG, monitores de pressão não-invasivos e desfibrilador.

O PSI atende crianças e adolescentes até 17 anos completos.

 

CLASSIFICAÇÃO DE RISCO

Esta área tem a responsabilidade inicial de identificar as diferentes necessidades e graus de gravidade entre os usuários, quebrando o paradigma de atendimento baseado na ordem de chegada, utilizando-se do acolhimento e classificação de risco para estabelecer as prioridades de atendimento. A Portaria 2048 do Ministério da Saúde propõe a implantação nas unidades de atendimento às urgências do acolhimento e da "triagem classificatória de risco". De acordo com esta Portaria, este processo "deve ser realizado por profissional de saúde, de nível superior, mediante treinamento específico e utilização de protocolos pré-estabelecidos e tem por objetivo avaliar o grau de urgência das queixas dos pacientes, colocando-os em ordem de prioridade para o atendimento" (BRASIL, 2002).

Mais que uma previsão legal, a classificação de risco é entendida como uma necessidade para melhor organizar o fluxo de pacientes que procuram as portas de entrada de urgência/emergência, garantindo um atendimento resolutivo e humanizado àqueles em situações de sofrimento agudo ou crônico agudizado de qualquer natureza.

 

   No dia 17/10/2012 foi realizada em nossa instituição o treinamento e prova para certificação da utilização do Protocolo de Manchester.

 

  O Protocolo de Manchester é baseado em categorias de sinais e sintomas e o paciente é classificado em uma das cinco prioridades identificadas por número, nome, cor e tempo alvo para a observação médica inicial:

 

Para a utilização das portas de entrada de urgência para procedimentos administrativos, eletivos ou não urgentes o Grupo Brasileiro de Classificação de Risco prevê também a cor BRANCA.