PS Adulto (SUS)

Pronto Socorro Adulto, atende prestando primeiro atendimento às urgências e emergências

A Emergência do Hospital Santa Casa de Campo Grande atende urgências e emergências com o objetivo de prestar o primeiro atendimento de acordo com a gravidade inicial do paciente. A metodologia usada é de classidicação de risco pelo Protocolo de Manchester e visa evitar de que pacientes mais graves fiquem aguardando enquanto outros de menor gravidade sejam atendidos porque chegaram primeiro à emergência. Ou seja, abandona-se o critério cadastro por ordem de chegada para priorizar o atendimento baseado em critérios que relevem a gravidade de cada caso.

O objetivo do Pronto Socorro desta instituição é atender de forma integral, humanizada, sistematizada pela Classificação de Risco e com alto índice de resolutividade, todos os pacientes portadores de quadros agudos de natureza clínica, traumática, cirúrgica e psiquiátrica. Funciona como porta aberta do Sistema de Saúde, atendendo os pacientes pela procura espontânea via SUS ou organizados pela Central Estadual de Regulação.

 

A unidade funciona como área de estabilização a pacientes que necessitam de atendimento emergencial nas áreas de clínicas e/ou traumatologicas, que chegam por demanda espontânea, regulados pela Central Estadual de Vagas, trazidos pelo SAMU, Bombeiros etc. O atendimento inicial é realizado pelo plantonista e equipe de enfermagem, agregando-se a equipe outros profissionais necessários a complementação da equipe assistencial de acordo com o caso.

Os casos de maior gravidade, após sua estabilização, são então transferidos para a Área Amarela ou diretamente ao Centro Cirúrgico quando necessitam intervenção desta natureza. Após a avaliação inicial, os usuários que não apresentem gravidade podem ser transferidos para a Área Verde, dependendo de suas necessidades.

 

Portaria 
Na porta de entrada - 01 funcionário vigilante nas 24 horas no PS Adulto e 01 no PS Pediatria
01 Técnica de Enfermagem para dar Informações aos Familiares, acolher pacientes.

Classificação de risco: 
01 Enfermeiro para realização da Classificação de Risco

Consultórios: 
02 Médicos para os Consultórios

Área Verde (Observação e Internação) 
01 Enfermeiro 
06 Técnicos de Enfermagem

Área Amarela 
01 Médico
01 Enfermeiro
04 Técnicos de Enfermagem
01 Fisioterapeuta

Área Vermelha 
01 Médico
01 Enfermeiro
05 Técnicos de Enfermagem
01 Fisioterapeuta

 

 

A unidade conta com escala de plantonistas das especialidades médicas atuando via solicitação de avaliação nos casos de urgência/emergência e de parecer para os pacientes já internados. 
A Unidade tem como vocação priorizar o atendimento segundo o risco à saúde do usuário. Isto se traduz na distribuição da planta física e na organização dos processos de trabalho, de gestão e de assistência.

 


Esta área tem a responsabilidade inicial de identificar as diferentes necessidades e graus de gravidade entre os usuários, quebrando o paradigma de atendimento baseado na ordem de chegada, utilizando-se do acolhimento e classificação de risco para estabelecer as prioridades de atendimento. A Portaria 2048 do Ministério da Saúde propõe a implantação nas unidades de atendimento às urgências do acolhimento e da "triagem classificatória de risco". De acordo com esta Portaria, este processo "deve ser realizado por profissional de saúde, de nível superior, mediante treinamento específico e utilização de protocolos pré-estabelecidos e tem por objetivo avaliar o grau de urgência das queixas dos pacientes, colocando-os em ordem de prioridade para o atendimento" (BRASIL, 2002).

Mais que uma previsão legal, a classificação de risco é entendida como uma necessidade para melhor organizar o fluxo de pacientes que procuram as portas de entrada de urgência/emergência, garantindo um atendimento resolutivo e humanizado àqueles em situações de sofrimento agudo ou crônico agudizado de qualquer natureza.

No dia 17/10/2012 foi realizada em nossa instituição o treinamento e prova para certificação da utilização do Protocolo de Manchester.

O Protocolo de Manchester é baseado em categorias de sinais e sintomas e o paciente é classificado em uma das cinco prioridades identificadas por número, nome, cor e tempo alvo para a observação médica inicial:

 

 

 

 

Para a utilização das portas de entrada de urgência para procedimentos administrativos, eletivos ou não urgentes o Grupo Brasileiro de Classificação de Risco prevê também a cor BRANCA.